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domingo, 28 de março de 2010

Dicas para trabalhar literatura em sala de aula.


Dicas para Atividades:
0 a 3 anos
Pegue algumas marionetes ou então faça suas próprias usando meias velhas, cola e restos de tecido. Deixe a criança representar uma cena simples ou conversação na história. Dê a ela autonomia total na representação do seu papel, mas ajude-a a usar linguagem e expressões corretas, fazendo perguntas simples tais como, "Por que você está apontando para cima?"

Coloque o livro sobre uma mesa e improvise um jogo da memória. Peça para ela olhar uma ilustração e então para fechar seus olhos. Pergunte então de quantos objetos ou cores da ilustração ela é capaz de lembrar.

Acima de 3 anos e 4 anosBrinque com ela de "Quem sou eu?". Primeiro leia um livro. Depois, crie um enigma baseado nos objetos e personagens do livro. Por exemplo, imagine que exista no conto um personagem com características como estas que você passaria para ela; "Eu sou um menino. Eu gosto de ajudar as pessoas. Tenho o cabelo ruivo e uma camisa vermelha. Quem sou eu?" Depois de apresentar alguns enigmas, peça para seu filho criar alguns ele mesmo.

A medida que você lê a história com seu filho, escolha um objeto ou pessoa que aparece com frequência ao longo da história e peça a ele para ficar prestando a atenção a estes detalhes durante todo o tempo. Peça a ele depois para imaginar como a história seria diferente se estes objetos ou pessoas não estivessam no conto.

5 e 6 anosCrie seu próprio livro de gravuras com as cenas de uma recente viagem de férias, festa de aniversário ou passeio na praia. Pergunte então a sua criança o que o livro significa. Juntos selecione fotografias para ilustrar melhor a história.
Peça a sua criança para lhe dizer o que cada página do livro faz ela sentir quando a vê e porque. Peça a ela para refletir e analisar como as cores, os personagens, o enrêdo, a sequência, ou outros elementos ajudam no rumo que a história toma.

Site: "Boas idéias para Aprender se Divertindo"


Literatura Infanto Juvenil



O termo literatura em nosso país já está associado com a palavra “fracasso”. Quando falamos em interpretação de texto, aos ouvidos das crianças soa como “obrigação de ler”. A grande maioria das crianças não entendem aquilo que lêem, elas apenas constroem palavras, repetem.
A leitura do texto deve ser mais aprofundada e não superficial, como hoje em dia é, a criança muito antes de responder, interpretar o texto, deve entender o que está lendo, só assim o professor pode tirar do aluno algo que o faça ver como o fator principal para o seu desenvolvimento.
Atualmente as escolas estão sofrendo uma reforma, os educadores buscam novas formas de ensino-aprendizagem, tanto para os seus aluno, quanto para eles próprios.
O estímulo à leitura nas crianças influencia no seu desenvolvimento posterior de leitura, as crianças constroem nas primeiras séries, um conceito de texto e leitura baseado nas práticas escolares, o texto é visto como um conjunto de palavras e sentenças, cujo significado não interessa a leitura, conseqüentemente é tida apenas como decodificação.
As leituras de livros são seguidas de perguntas, porem o professor exige que, nas respostas a criança repita o conteúdo textual. A criança não é encorajada a estender sua compreensão de livros para os outros contextos situacionais ou usar o eu conhecimento do mundo. Isso faz com que a criança se limite a perguntas e respostas, fica tudo mecânico, e ela não consegue desenvolver a sua criatividade.
O acesso à literatura muitas vezes aos níveis sociais da comunidade. As crianças com pais analfabetos ou semi-analfabetos sofrem mais, pois, não tem o estimulo dos pais, ficam distantes dos livros, os pais muitas vezes não podem fazem correção, por não entenderem, ou simplesmente por não terem tempo. Já as crianças com pais alfabetizados têm um estímulo a mais, pois o acesso aos livros fica mais freqüente e mais fácil. O problema do défice da literatura infanto-juvenil é considerado um problema sócio-cultural, mas isso não quer dizer que não pode ser resolvido, não podemos generalizar.
A criança ao ler um texto precisa descobrir o sentimento da leitura, e não os aspectos do texto, quando a criança faz a leitura sem a compreensão do sentido ela tenta adivinhar as palavras, e muitas vezes nem percebe os erros de escrita dentro do texto.
A leitura é uma viagem de fundamentos e encantamentos, é fonte do conhecimento e lazer, desde que seja de boa qualidade, diversificados, atraentes e oferecidos aos jovens leitores sem pressão de forma a seduzi-los para que desejem ler numa linguagem simples e prazerosa. Trazer o texto para a vivencia, a imaginação, a historia, a interlocução de parceiros em sala de aula e fora dela, constitui uma atitude mais benéfica a formação de um futuro e persistente leitor.
Na entrevista feita com professores e alunos captar as mesmas vontades, desejos, emoções e expectativas tanto nos jovens e nos adultos, quantos nas crianças. Todos buscam o mesmo ao abrir um livro para ler. É certo que na maioria das nossas escolas em nossa cidade não tem uma biblioteca, onde os alunos tenham espaço e tranqüilidade para desenvolver a leitura, isso ajudaria consideravelmente, já que quando lemos interagimos com a história, precisamos de um ambiente adequado e estimulador para uma boa leitura. É bem mais fácil ler quando temos os livros em nossas mãos. Em nossa cidade as escolas se empenham para tornar os alunos grandes leitores, fazendo projetos sobre literatura, tentando incentivar ao máximo o gosto pela leitura. Isso acontece não só nas escolas de nível médio, nas creches o incentivo já existe, segundo alguns educadores as crianças que não sabem ler, andar ou até mesmo falar são estimuladas pela música, e gostam de ouvir história, até tentam virar as páginas do livros de histórias.
Ler para elas é uma maneira de colocá-los em contato com a língua escrita e estimular o gosto pela leitura, alem de criar momentos de prazer. As emoções provocadas pela leitura fazem com que os pequenos mais tarde, por volta dos 02 ou 03 anos, comecem a reconhecer situações e trabalhar seus sentimentos, projetando-se nos personagens. Essa é uma oportunidade bastante eficaz de ajudar no desenvolvimento cognitivo, físico e emocional.
Não só as crianças gostam de histórias, os contos de fadas fazem parte das atividades diárias na educação infantil e são exploradas com criatividade pelos professores, não devem ficar restritos aos anos iniciais, deve transpor barreiras e conceitos, de que contos de fadas e histórias infantis servem apenas para crianças. Na adolescência, esse tipo de leitura contribui para a formação dos alunos leitores e críticos. Eles se emocionam e contam fatos significativos vividos em família e proporcionados pela leitura. É um estímulo para os estudos da literatura.

Informática na educação Infantil.

 




Nos dias atuais em quase todas as Escolas de Educação Infantil já se instituiu o uso do computador. Anúncios são feitos apregoando sua utilização como um diferencial para que os pais de crianças na faixa etária de 2 a 6 anos sintam-se maravilhados ante a perspectiva de seus filhos entrarem na Era da Computação desde pequeninos. Muitas vezes as mantenedoras das escolas vêem-se na contingência de implantar a computação a qualquer custo para sobreviver à concorrência, e acabam por fazê-lo, as vezes sem clareza de seus objetivos, sem professores capacitados, sem infra estrutura adequada. Ou ainda acabam utilizando o serviço de terceiros, que dispõem da infra estrutura e do conhecimento da informática, mas pouco conhecem do processo de aprendizado das crianças desta faixa de idade.

Somos contra o uso do computador na Escola de Educação Infantil?
É claro que não! MAS... Vamos parar e refletir
O desenvolvimento da criança é um processo equilibrado no qual o crescimento intelectual está intimamente vinculado ao crescimento dos aspectos afetivos e sociais, que em hipótese alguma podem ser colocados em segundo plano, pela ênfase dada a aspectos estritamente cognitivos ou até mecanicistas. Infelizmente o que vemos em muitas escolas, ditas de educação infantil, é a criança na "aula de computação" colorindo desenhos prontos na tela como os antigos mimeografados, utilizando joguinhos que a punem quando não acerta alguma atividade em um determinado número de vezes, deixando-a por exemplo, sem saber o fim da estória; repetindo incontáveis vezes um movimento com o mouse, quando ainda não tem o controle motor necessário, dado o seu estágio de desenvolvimento. Enfim, até tentando ser adestrada para aprender "computação", como um fim em si mesmo, sem nenhum relacionamento com outras atividades realizadas na escola.

Como aprender ?
Quando a Informática Educativa é bem planejada e implantada, a criança só tem a ganhar ao trabalhar com jogos, ou qualquer outro tipo de software que lhe dê possibilidades de aprofundar, reelaborar, ou até iniciar a construção de um conhecimento inserido em um contexto que respeite o seu processo de desenvolvimento e por conseguinte esteja em consonância com os objetivos próprios da escola de educação infantil.
http://www.centrorefeducacional.com.br/refletir.html

A meu ver, o uso do computador em sala de aula deve ser utilizado como ferramenta para o processo de ensino aprendizagem, e não pode substituir materiais didáticos, como lápis de cor, giz de cera, etc.
O professor da educação infantil deve saber utilizar essa ferramenta com cautela, para não transformar as aulas em atividades mecânica e cansativas para as crianças.
Fiz uma pesquisa na internet e encontrei alguns softwares para auxiliar o processo motor e cognitivo da criança, os pais ou interessados que quiserem baixar, é só clicar e fazer o download.

Minesebran <-(clik no nome)
Minisebran é um conjunto de jogos de aprendizado para crianças de 2 a 6 anos. O programa inclui oito exercícios diferentes, incluindo um exercício de desenho de rabiscos e jogos muito simples que ensinam números, letras e como usar o teclado.

childsplay <- (click no nome)
Os desenvolvedores uniram de maneira criativa diversos jogos e passatempos com conceitos educativos. Você vai encontrar jogos da memória tradicionais e outros movidos apenas pelo som, programas de tabuada, quebra-cabeça, relacionamento de sons e imagens, introduções de teclado e jogos que ajudam a desenvolver a escrita.
Cada um deles foi desenvolvido para uma faixa etária diferente e você poderá encontrar todas as instruções de cada jogo nas suas informações. A maioria deles irá pontuar os acertos de quem joga e alguns irão se tornando mais difíceis à medida que você avança. Todas as suas opções são baseadas em desenhos e evitam a escrita para facilitar a compreenção pelas crianças.










Reforma Ortográfica

O Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa
As novas regras ortográficas já estão valendo desde o dia 1º de janeiro de 2009, e de acordo com o decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, haverá um período de transição até 2012 em que serão válidas as duas formas de escrever: a antiga e a nova.
Acentuação dos ditongos das palavras paroxítonas
Some o acento dos ditongos (quando há duas vogais na mesma sílaba) abertos éi e ói das palavras paroxítonas (as que têm a penúltima sílaba mais forte):
idéia - ideia
bóia - boia
asteróide - asteroide
Coréia - Coreia
platéia - plateia
assembléia - assembleia
heróico - heroico
estréia - estreia
paranóia - paranoia
Européia - Europeia
apóio - apoio
jibóia - jiboia
jóia - joia
ATENÇÃO! As palavras oxítonas como herói, papéis, troféu mantêm o acento.

Acento circunflexo em letras dobradas
Desaparece o acento circunflexo das palavras terminadas em êem e ôo (ou ôos):
crêem - creem
lêem - leem
dêem - deem
vêem - veem
prevêem - preveem
enjôo - enjoo
vôos - voos

Acento agudo de algumas palavras paroxítonas
Some o acento no i e no u fortes depois de ditongos (junção de duas vogais), em palavras paroxítonas:

baiúca - baiuca
bocaiúva - bocaiuva
feiúra - feiura

ATENÇÃO! Se o i e o u estiverem na última sílaba, o acento continua como em: tuiuiú ou Piauí

Acento diferencialSome o acento diferencial (aquele utilizado para distinguir timbres vocálicos):

pêlo - pelo
pára - para
pólo - polo
pêra - pera
côa - coa

ATENÇÃO! Não some o acento diferencial em pôr (verbo) / por (preposição) e pôde (pretérito) / pode (presente). Fôrma, para diferenciar de forma, pode receber acento circunflexo.

Acento diferencial
Some o acento diferencial (aquele utilizado para distinguir timbres vocálicos):

pêlo - pelo
pára - para
pólo - polo
pêra - pera
côa - coa

ATENÇÃO! Não some o acento diferencial em pôr (verbo) / por (preposição) e pôde (pretérito) / pode (presente). Fôrma, para diferenciar de forma, pode receber acento circunflexo.

Acento agudo no u forte
Desaparece o acento agudo no u forte nos grupos gue, gui, que, qui, de verbos como averiguar, apaziguar, arguir, redarguir, enxaguar:

averigúe - averigue
apazigúe - apazigue
ele argúi - ele argui
enxagúe você - enxague você

ATENÇÃO! As demais regras de acentuação permanecem as mesmas.

Alfabeto
Inclusão de três letras

Passa a ter 26 letras, ao incorporar as letras “k“, “w” e “y“.

Grafia de PortugalAlterações limitadas a Portugal
Desaparecem o c e o p de palavras em que essas letras não são pronunciadas:

acção - ação
acto - ato
adopção - adoção
óptimo - ótimo

Eliminação do hífen em alguns casosO hífen não será mais utilizado nos seguintes casos:
1. Quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa com uma vogal diferente:

extra-escolar - extraescolar
aero-espacial - aeroespacial
auto-estrada - autoestrada

2. Quando o segundo elemento começa com s ou r, devendo estas consoantes serem duplicadas:

anti-religioso - antirreligioso
anti-semita - antissemita
contra-regra - contrarregra
infra-som - infrassom

ATENÇÃO! O hífen será mantido quando o prefixo terminar em r-Exemplos: hiper-requintado, inter-resistente, super-revista.

Extinção do trema
Desaparece em todas as palavras:

freqüente - frequente
lingüiça - linguiça
seqüestro - sequestro

ATENÇÃO! O trema permanece em nomes como Müller ou Citröen.

Fonte: http://www.reformaortografica.com/

A criança e Adolescente só tem direitos e não obrigações?



1. "Criança e Adolescente só têm direitos e não obrigações" (?) (art. 6º; art. 16, I; art. 17; art. 18).

Não. Nos termos do art. 6° do ECA, eles têm tanto direitos quanto deveres individuais e coletivos. Até mesmo o direito à liberdade, previsto no art. 16 não é ilimitado. Referido artigo enumera os aspectos compreendidos por esse direito. Nada é ilimitado: nem os direitos, nem os deveres. Ambos são impostos por lei, mas devem ser exercidos dentro dos limites legais.
A participação da comunidade escolar (leia-se pais de alunos) adquire grande importância, na medida em que é o Conselho de Escola que irá elaborar o Regimento Escolar. Os pais (ou responsáveis) têm o direito de conhecer o processo pedagógico da escola, de participar da definição das suas propostas educacionais, mas também têm o dever de acompanhar a freqüência e o aproveitamento dos seus filhos (ou pupilos).
Crianças e Adolescentes têm todos os seus direitos previstos e assegurados no Estatuto. Deve-se respeitá-los, não se esquecendo de que, na escola, esses direitos devem ser exercidos nos limites do Regimento Escolar.
2. O que fazer, ao tomar conhecimento de abusos praticados contra a criança e o adolescente?
É obrigação do Diretor da Escola tentar resolver o problema com a família, além de comunicar o Conselho Tutelar. Deve proceder da mesma forma, quando se tratar de faltas injustificadas, maus tratos ou qualquer outra anormalidade.3. Como deve ser vista a censura no ECA?
Deve ser vista como uma questão legal. Ou seja, a censura não é ética, moral, mas legal.Exemplo: uma fita de vídeo classificada com imprópria para menores de 18 anos não poderá ser exibida para os alunos com idade inferior à indicada.
4. O Estatuto criou a figura Proteção integral à Criança e Adolescente.
5. Criança = 0 a 12 anos incompletos;
Adolescente = 12 a 18 anos; Excepcionalmente até os 21 anos (por exemplo, quando tratar-se de assegurar direitos dos mesmos).
6. Os direitos da Criança e Adolescente devem ser assegurados "com absoluta prioridade".
7. Obrigações da direção:
a) comunicar ao Conselho Tutelar os casos de suspeita ou confirmação de maus tratos (além de outras providências legais);b) não permitir que a Criança e Adolescente seja exposta a vexame ou constrangimento ("escola não é extensão do lar");c) comunicar ao Conselho Tutelar os casos de reiteração de faltas injustificadas, evasão escolar (esgotados os recursos escolares), elevados níveis de repetência (depois de tentar resolver o problema com os pais/responsáveis);d) tomar todas as medidas cabíveis quando da ocorrência de atos infracionais: ressarcimento de dano, "queixa" no Distrito Policial, apelo à Polícia, comunicações ao Conselho Tutelar, Juiz e Promotor;e) não divulgar (e não permitir a divulgação) de atos (infracionais) administrativos, policiais e judiciais referentes a Criança e Adolescente;f) facilitar o acesso à escola (e à documentação) aos responsáveis por Criança e Adolescente (principalmente o Ministério Público), desde que no exercício de suas funções, não abdicando, porém, da condição de diretor (art. 201, § 5º, b);g) não permitir a exibição de filme, peça, etc., classificado pelo órgão competente como não recomendado para Crianças e Adolescentes.
8. São deveres dos pais ou responsáveis:
a) matricular o filho ou pupilo na escola;b) acompanhar sua freqüência;c) acompanhar seu aproveitamento escolar.
9. É direito dos pais ou responsáveis ter ciência do processo pedagógico, bem como participar da definição das propostas educacionais.
10. Direitos da Criança e Adolescente:
a) opinião e expressão;b) brincar, praticar esportes e divertir-se;c) contestar critérios avaliativos e recorrer a instâncias superiores;d) ser respeitado por seus educadores;e) organizar (e participar em) entidades estudantis;f) vaga em escola pública próxima de sua residência;g) sigilo em todos os tipos de processos;h) se autor de ato infracional, não ser conduzido ou transportado indevidamente.

Fonte:http://www.publicado.com.br




quinta-feira, 25 de março de 2010

Ser feliz

O que é ser Feliz?
Ser feliz é poder fazer tudo aquilo que a gente gosta!
Provavelmente deve ter sido mais ou menos esta a sua resposta. Foi ou não?
Caso tenha sido, você colocou as palavras certas em uma ordem errada. E por esse motivo, provavelmente, vai ter muita dificuldade para descobrir a felicidade.
Experimente pensar bem nesta resposta: Ser feliz é gostar daquilo que se tem de fazer.
Se você olhar bem as duas respostas, perceberá que existe entre elas uma diferença mais que importante, uma diferença essencial: a felicidade não vem de um instante mágico de uma sorte colossal, mas do dia-a-dia, das pequenas coisas que representam nosso desafio, nossas tarefas.
Para ser respeitado em sua casa, em sua escola, ou em seu trabalho; você precisa gostar muito de si mesmo, das coisas que o cercam, das tarefas que precisa cumprir. Essa é, realmente, uma grande jogada. Aprenda a gostar, mas gostar mesmo, das coisas que deve fazer e das pessoas que o cercam. Daí, em pouco tempo descobrirá que a vida é muito boa e que você é uma pessoa querida por todos.  Não é difícil experimentar!
Lembre-se sempre de: Gostar muito, mas muito mesmo, de você e das coisas que precisa fazer todos os dias... e a felicidade não parecerá mais tão inalcançável quanto antes!

segunda-feira, 22 de março de 2010

Como Identificar um bom professor.




O bom professor é didático
Todo aluno é capaz de aprender. E todo professor deve ser capaz de ensiná-lo. "De nada adianta um profissional cursar a melhor faculdade, mas não ter didática, paciência e sensibilidade para respeitar o tempo e as diferenças de cada aluno", diz a secretária do MEC, Maria do Pilar Lacerda. O professor deve se valer de técnicas que viabilizem a aprendizagem das crianças.

"Os alunos têm tempos diferentes de absorção de conteúdo, cabe ao professor perceber as dificuldades e a individualidade dos estudantes e assim desenvolver métodos de acessar cada um", explica Catarina Greco, orientadora educacional do Coluni. Isso, junto ao respeito e a atenção direcionada que o professor pode tranqüilizar os alunos que têm mais dificuldade de aprendizado e fazer com que o desempenho deles melhore a longo prazo.

Produzir materiais individuais, incentivar que os alunos se ajudem entre si e oferecer exercícios de reforço são alguns dos recursos que o professor pode utilizar para que nenhum aluno fique para trás e assim igualar o nível da turma.

O bom professor motiva e inspira seus alunos
"A maior bandeira que um professor de qualidade levanta é a relação que tem com seus alunos", diz a secretária do MEC Maria do Pilar Lacerda. Uma relação positiva entre o docente e o estudante faz toda a diferença no aprendizado. Sentir-se confortável e seguro diante do professor é estimulante para qualquer um.

Receptividade, paciência, sensibilidade, atenção e respeito são essenciais. "A forma de conduzir os alunos, acompanhá-los, de respeitar as diferenças, ter um bom relacionamento com pais e interesse pelos estudantes favorecem a aprendizagem, assim como a empatia e a disponibilidade, desde que isso não comprometa a autoridade do professor, o que também é importante", explica Catarina Greco, orientadora educacional do Coluni.




O bom professor estimula a curiosidade
A curiosidade impulsiona o conhecimento, já que instigados por um determinado assunto, os alunos passam a se interessar mais, buscar novas informações e tirar dúvidas, o que promove o debate e beneficia a aprendizagem. Os alunos devem se sentir bem e à vontade na escola para expressar a curiosidade. A maneira com a qual o professor lida com dificuldade dos alunos é de fato determinante para a aprendizagem, uma vez que inibidos para tirar as dúvidas, as questões não solucionadas se acumulam e consequentemente atrasam e comprometem o desempenho.

"Bons professores brotam de alunos que indagam, que questionam, o que sem dúvida são ótimos caminhos para a aprendizagem. O professor que não responde e se incomoda com estudantes que perguntam demais não passa de um burocrata, ele dá a matéria e pronto, o que de maneira alguma é o ideal", opina Maria do Pilar Lacerda.


Alfabeto para crianças com deficiência auditiva.


 

Frases de Insentivo aos pais.







quinta-feira, 18 de março de 2010

UM SORRISO, REPRESENTA REPOUSO NO CANSAÇO, CORAGEM NO DESÂNIMO, CONSOLO NA TRISTEZA E ALÍVIO NA ÂNGUSTIA. É UM BEM QUE NÃO SE EMPRESTA, NÃO SE COMPRA E NEM SE ROUBA. SÓ TEM VALOR NO INSTANTE EM QUE SE DÁ. SE ENCONTRARES POR ACASO  ALGUÉM QUE NÃO SAIBA SORRIR, CEDE GENEROSAMENTE O VOSSO, POIS NINGUÉM TANTO DELE PRECISA COMO AQUELE QUE NÃO SABE DÁ-LO AOS OUTROS. PORISO  QUE ESTOU SEMPRE SORRINDO.... KKKK PORTANTO... SORRIA!!!

No Sofá

EUZINHA



























      EU, NA SALA DA MINHA CASA.

eu

EU NA MINHA CASA.
 DE SAÍDA PARA O NIVER DE MINHA AMIGA!!!.